
O Martins Café não apareceu na sua caneca por um milagre do tipo "três amigos esbarram em uma plantação maravilhosa e ensacam tudo com a ajuda do Gênio da Lâmpada". O seu cafezinho é produzido com o melhor em tecnologia de plantio e torra, na Fazenda Santa Margarida, localizada na região Sorocabana (latitude 22°44', longitude 48°31'), dentro do estado de São Paulo.
Mas nem tudo aqui é ciência do futuro: o Martins Café também resgata as melhores receitas e modos de preparo do tempo das nossas avós. E a base de tudo isso é café especial.
Legal. Mas que diabos é um café especial?
O termo Specialty Coffee foi criado em 1974 nos Estados Unidos por Ena Knutsen, uma das fundadoras da SCAA – Specialty Coffee American Association, que desenvolveu a metodologia para a classificação de cafés especiais. Essa metodologia é aplicada por cuppers que fazem uma análise sensorial de amostras idôneas de um determinado lote de café, com objetivo de avaliar e pontuar suas qualidades e propriedades organolépticas.
Entendeu? Nem eu.
É assim: um time de línguas e narizes superdotados (leia-se: degustadores profissionais de café) do mundo inteiro, certificados pela SCAA, se reúne para provar e classificar cafés de todos os cantos, pontuando a qualidade e as características positivas de uma amostra de café. Essa é uma técnica que cada vez mais vem ganhando importância no mundo todo.
Antigamente, os cafés eram classificados apenas pela presença de defeitos e, com isso, cafés de regiões distintas, com aromas e sabores absolutamente diferentes, eram muitas vezes equiparados entre si. Verdadeiras joias acabavam se perdendo pelo comércio mundial. Com a distinção e a valorização das qualidades dos cafés, acabou surgindo o termo ESPECIAL, que inclusive está acima da classificação GOURMET para cafés no Brasil.